As pessoas agora "conversam" trocando "torpedos"...
Algumas observações sobre o uso do "torpedo":
Linguagem apropriada
Use sempre uma linguagem simples, coloquial. Evite palavras rebuscadas. Não use abreviações, nem gírias em demasia, principalmente se você não conhece bem quem vai receber. Entre amigos acostumados a esse tipo de mensagem, tudo bem: fique à vontade para usar a "linguagem web". Mas, com desconhecidos, vá devagar.
Escolha palavras adequadas
Palavras ditas pessoalmente podem sugerir um sentido completamente diferente quando lidas. Imagine, por exemplo, uma voz rouca e sussurrante dizendo "calma". E agora um "torpedo" começando com a mesma palavra: pode soar como uma ordem, uma reclamação, um desafio.
Cortesia & boa educação
Como numa conversa pessoal, cumprimentar ("Olá", "Bom dia", etc.), agradecer ("Obrigado", "Valeu", etc,), solicitar ("por favor", "se puder", etc.), revelam respeito e boas maneiras.
Responda sempre
Lembre-se: o "torpedo" é uma conversa. Portanto, quando você não responde, é como se outra pessoa estivesse falando sozinha. Desagradável, não? É indicativo de interesse e atenção sempre responder, ainda que com frases curtas ou palavras isoladas, como, por exemplo: "OK", ou "Grato", ou "Entendi", etc.
Urgência na resposta
Estamos na era da comunicação. Quem envia um "torpedo" normalmente espera uma resposta rápida, na velocidade do nosso tempo. Protelar uma resposta pode parecer menosprezo ou indiferença pela outra pessoa. E gerar ansiedade, desconforto, intranquilidade, para quem enviou. Deixe pequenas frases pré-armazenadas no seu celular, para enviar quando não puder digitar a resposta na hora.Use e abuse dos "torpedos". Afinal, é a era digital. Mas não se esqueça de, uma vez ou outra, fazer uma "velha" ligação telefônica, para ouvir a voz de quem está do outro lado. E, se possível, manter uma conversa pessoal, tipo "olho no olho". Só para não esquecer o rosto daquela pessoa...
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